27.2.09

-a volta dos que não foram.!*

Oiiiiiii!!
Vocês não imaginam como estou feliz por e(po)star aqui de novo, nossa depois de um ano é maravilhoso passar aqui e ver que o blog ainda esta em pé. Espero que não tenham esquecido de mim, pois eu nunca esqueci!
Está certo, fiquei um tempo fora, um tempo ser mexer e remexer nos blogs que sempre deixava minha marca, mas acho que foi preciso. Precisava arejar a cabeça, esquecer um pouco da rotina, isso aditantou tanto, que agora estou de volta com tudo de bom e cheia de novidades pra contar! *-*
Estava passando nos blogs e lendo as novidades do verão, das férias. Passei em blogs que lia antes que já não existem mais, fiquei tristi em saber que excluiram, esses blogs tinham sucesso. Realmente lamento ter estado tanto tempo fora que nem não pude mais acompanhá-los.
Eu vi o blog da mary west na capricho *-* nossa fiquei muito feliz por ela, muito feliz mesmo. Agora ela esta até com blog novo que chic (xP).
Vou falar um pouco de mim, voltei porque estava com muita saudade, e toda vez que eu ouvia a musica : Hate that I love you so - Rihanna e Neyo, eu me emocionava e pensava no blog, sem mentira alguma. Andava muito ocupada, arranjei um emprego, estudava, eu só tinha a noite pra entrar na net. No fim acabava conversando com amigos pelo msn, resolvendo problemas. Acabei descobrindo que tinha duas amigas, que nem eram minhas amigas. Redescobri o amor. Isso são detales, que vou ter muito tempo e muitos postes por ai pra contar.

Isso é tudo pessoal! beijos :*

14.4.08

Tenho medo

Não sei nem como começar, estou confusa.
Ultimamente só o blog, e as pessoas que aqui passam, para me "escutarem". Eu preciso desabafar, não aguento mais esse aperto aqui dentro do peito. Ninguem me entende, nem mesmo eu sei me explicar, na verdade tenho medo de me abrir com alguem pessoalmente. Tenho medo que as pessoas não me entendam, e medo que elas me julguem.
Nas ultimas semanas fiquei sabendo que a pessoa por quem a um bom tempo me apaixonei, começou a namorar e, isso me deixou muito abalada por dentro. Tentei. Tentei fazer de tudo para mudar. Tentei ser uma pessoa que eu não sou e, mesmo se conseguisse, um dia a máscara iria cair sobre meus pés, e o rosto por trás dele traria mais sofrimentos do que hoje carrego.
A minha vontade é de gritar pra todo mundo que eu ainda o AMO sim! Mas eu tento me conter, embora isso vá me sufocando e corroendo ainda mais por dentro...
O que pode doer é saber que ele vai sempre estar alí por perto, que a família sempre vai apoiar, e adorar. E que ele é meu primo (num diâmetro distante, mas é).
E o que mais dói, é saber que ele assume pra familia que gosta, adora, mas tem medo de me fazer sofrer. Ele mesmo me fala que não namora cumigo, porque eu sei que ele é assim meio, g******.
Agora tenho mais medo ainda que o tempo passe.Tenho medo que ele possa me esquecer, ou que até mesmo eu possa esquecer ele. Tenho medo que seja tarde demais. Tenho medo que ele não me perdoe pelas coisas que fiz para chamar a atençar. Tenho medo do que possa ser daqui em diante... do que possa acontecer...
Com ele me sentia tão forte, tão corajosa, segura do meu próprio sentimento. Quando em seus braços estava, sentia que nada podia me derrubar. Por que não tenho mais o sorriso dele pra mim? Sinto falta dessa paz que nele encontrava. Sinto falta dele....

-Eu te dou todo tempo que você precisar pra me reencontrar. E que esse tempo guarde toda boa lembrança que a gente viveu...É melhor do que ficarmos juntos e acabar de uma vez, sem querer relembrarda nossa história, que ninguém, ninguém vai conseguir apagar ♥ e enquanto isso acontece eu sofro por não ter você aqui cumigo.

16.3.08

Romance na Gramática

Oiiie amigoos blogueiros! Primeiro um obrigada a todos que aqui frequentam e segundo, mil pedidos de desculpas, pois estou cheia de coisas a fazer e quase nunca tenho tempo nem mesmo pra cuidar de mim.
Então peço a todos que entendam e me desculpem!
Hoje vou postar um texto feita por uma aluna do curso de letras da UFPR ( Pernambuco - Recife) achei muito ingraçado e interessante! Minha professora de português me passou e agora vou passar a vocês, espero que gostem tanto quanto eu!

"Romance na Gramática"

"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.

E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrario dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.

De repende, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo pra provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.

Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam ma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados nu vocativo, quando ele começou outras vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estavam totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva e, ele voz ativa.
Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda no singular. Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuada edição tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar, se entusiasmou, e mostrou seu adjunto adnominal.

Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.

Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. (...)"

O texto não termina ai... mas como a folha que eu consegui veio falhada bem no fim do texto, e foi assim que a professora conseguiu também, ficamos sem o fim da história cômica.

Legal né!? Espero que curtem!
Beijoos =*