Não sei nem como começar, estou confusa.
Ultimamente só o blog, e as pessoas que aqui passam, para me "escutarem". Eu preciso desabafar, não aguento mais esse aperto aqui dentro do peito. Ninguem me entende, nem mesmo eu sei me explicar, na verdade tenho medo de me abrir com alguem pessoalmente. Tenho medo que as pessoas não me entendam, e medo que elas me julguem.
Nas ultimas semanas fiquei sabendo que a pessoa por quem a um bom tempo me apaixonei, começou a namorar e, isso me deixou muito abalada por dentro. Tentei. Tentei fazer de tudo para mudar. Tentei ser uma pessoa que eu não sou e, mesmo se conseguisse, um dia a máscara iria cair sobre meus pés, e o rosto por trás dele traria mais sofrimentos do que hoje carrego.
A minha vontade é de gritar pra todo mundo que eu ainda o AMO sim! Mas eu tento me conter, embora isso vá me sufocando e corroendo ainda mais por dentro...
O que pode doer é saber que ele vai sempre estar alí por perto, que a família sempre vai apoiar, e adorar. E que ele é meu primo (num diâmetro distante, mas é).
E o que mais dói, é saber que ele assume pra familia que gosta, adora, mas tem medo de me fazer sofrer. Ele mesmo me fala que não namora cumigo, porque eu sei que ele é assim meio, g******.
Agora tenho mais medo ainda que o tempo passe.Tenho medo que ele possa me esquecer, ou que até mesmo eu possa esquecer ele. Tenho medo que seja tarde demais. Tenho medo que ele não me perdoe pelas coisas que fiz para chamar a atençar. Tenho medo do que possa ser daqui em diante... do que possa acontecer...
Com ele me sentia tão forte, tão corajosa, segura do meu próprio sentimento. Quando em seus braços estava, sentia que nada podia me derrubar. Por que não tenho mais o sorriso dele pra mim? Sinto falta dessa paz que nele encontrava. Sinto falta dele....
-Eu te dou todo tempo que você precisar pra me reencontrar. E que esse tempo guarde toda boa lembrança que a gente viveu...É melhor do que ficarmos juntos e acabar de uma vez, sem querer relembrarda nossa história, que ninguém, ninguém vai conseguir apagar ♥ e enquanto isso acontece eu sofro por não ter você aqui cumigo.
14.4.08
Tenho medo
- chorado por Caroline Crissie às 18:04 20 crying here
16.3.08
Romance na Gramática
Oiiie amigoos blogueiros! Primeiro um obrigada a todos que aqui frequentam e segundo, mil pedidos de desculpas, pois estou cheia de coisas a fazer e quase nunca tenho tempo nem mesmo pra cuidar de mim.
Então peço a todos que entendam e me desculpem!
Hoje vou postar um texto feita por uma aluna do curso de letras da UFPR ( Pernambuco - Recife) achei muito ingraçado e interessante! Minha professora de português me passou e agora vou passar a vocês, espero que gostem tanto quanto eu!
"Romance na Gramática"
"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrario dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repende, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo pra provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam ma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados nu vocativo, quando ele começou outras vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estavam totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva e, ele voz ativa.
Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda no singular. Nisso a porta abriu repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuada edição tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar, se entusiasmou, e mostrou seu adjunto adnominal.
Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos.
Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. (...)"
O texto não termina ai... mas como a folha que eu consegui veio falhada bem no fim do texto, e foi assim que a professora conseguiu também, ficamos sem o fim da história cômica.
Legal né!? Espero que curtem!
Beijoos =*
- chorado por Caroline Crissie às 16:19 20 crying here
Marcadores: diversão
18.2.08
(Má)Drasta
Amigoos Blogueiros! Sorry, estava na praia, mais uma vez =)
Adoreii o comente da Mary West - volta my dear =* - Brigada pelo carinhoo!
Nem sei por onde começar, na verdade, não sei nem o que escrever! As vezes, durante o dia, à noite, quando estou trabalhando, enfim, sempre me pego pensando no meu blog e qual será meu próximo post! Acontece que sempre tenho várias idéias, mas na hora de escrever nunca sai nada do que eu pensei. Isso não acontece só cumigo né!? Espero que não.
Mudando de assunto...
Bom, esse fds estava na praia com minha familia (na verdade, parentes), e aconteceu uma coisa muito chata...
-Minha prima perdeu a mãe quando ainda tinha 12 anos (hj ela se encontra com 18 - 19)-, e como de custume, meu tio já tem outra mulher hà 4 anos. Mas ela faz uso ao nome (Má)drasta, ela tem 3 filhos menores (7,6 e 5 anos), que não são filhos do meu tio, mas perderam o pai quando ainda bem pitocos, então são considerados!
O problema não é esse. O problema é que ela tem apenas 29 anos (e é terrível). Ela tem 3 filhos, mas ela nunca cuida das pestes (que por sinal são bem irritantes e não obedecem ninguém!), ela sempre manda minha prima cuidar deles, dar banho neles, ela não pode ver minha prima parada (-.-). E como isso não bastasse, ela chama minha prima de filha, coisa que ela não suporta de verdade, primeiro pq ela não tem nem idade pra ser mãe de uma guria que vai fazer 19 anos, e segundo que minha prima conheceu e muito bem a mãe dela, e nada nem ninguém vai fazer com que a madrasta dela seje sua mãe!
Sinceramente, minha prima está cansada disso tudo, e o pior é que nem meu tio gosta mais da mulher, mas não se separa pq ama os filhos 'adotivos', e eles não iriam ter pra onde ir se isso acontecesse.
Minha prima chorou tanto cumigo nesse fds, eu não gosto de vê-la sofrer, e ainda mais que eu conheço a situação e sei que ela tem mesmo razão de não aguentar mais isso.
Para ajudar, minha mãe deu um emprego a ela, para mantê-la com a cabeça ocupada, e sair um pouco de casa. Ela ficou bem feliz. E a outra tia dela (por parte de mãe), que essa sim, ela considera uma segunda mãe, convidou ela para morar lá.
Ela não sabe o que fazer (:S), mas aconselhei ela a sentar e conversar com o pai dela, explicar tudo o que ela sente, e depois ae sim conversar com sua madrasta e explicar que ela não gosta que a chame assim, e falar também que não foi ela que não se cuidou para engravidar cedo, que ela não tem obrigação de ficar cuidando dos filhos da mesma.
Isso tem que ter fim.
Me desculpem se me impolguei! (risos) Mas eu precisava postar isso pra saber o que vocês acham da situação!
Beijoos! =*
- chorado por Caroline Crissie às 15:26 30 crying here
Marcadores: familia
